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CAPELINHA BRANCA


polca-paraguaia

(Letra: José Fortuna/Música: Frederico Iera - grav. Luizinho e Limeira)

Capelinha branca, onde me criei
com o meu benzinho, ali me casei
Lembro que ela disse em frente do altar
serei sempre tua até a morte nos separar.
Deus ouviu a jura, e um mês depois
A malvada morte separou nós dois
Lá na capelinha da nossa união
Dei a despedida banhando em pranto o seu caixão.

Capelinha branca, com meu destino é semelhante
por este mundo eu vivo errante
eu vou chorando a minha dor.
Guarde contigo meu sofrimento e desenganos
porque tu foste há muitos anos
a testemunha do nosso amor.

Capela branca na cruz de ferro que tens na frente
Está pregado um inocente
que deu a vida pra nos salvar
Também um dia fui pela sorte crucificado
hoje arrasto desesperado a cruz pesada do meu penar